Este blog reúne histórias de mulheres que acreditam em príncipes encantados.
Só que nos contos de fadas, eles eram sapos e, quando beijados, viravam príncipes.
Agora, sinais dos tempos modernos, as coisas mudaram: acreditamos que são príncipes, mas é só dar para eles que viram sapos!!!!
Ô CONTO DE FADAS SAFADINHO!!!!!
Um sujeito feio que nem a necessidade (quando eu digo feio, é feio mesmo), mas me tratava como se eu fosse uma princesa, era só eu pensar em alguma coisa e o desejo já era realizado. A mensagem era: sou tudo o que você procura em um homem.
Eu estava muito triste, passando por uma perda muito grande e fui me envolvendo, me deixando ser gostada. Mesmo assim, precisei de dois anos e meio para ter coragem de dar para o sujeito.
E aí é que começa a história: Depois que dei, no dia seguinte ele me aparece com uma meia aliança de brilhantes e aí eu pergunto: tem como não se apaixonar????
Já não achava mais ele nem tão feio assim, era uma paixão cega, um tesão alucinante, a qualquer hora, em qualquer lugar.
Certa vez estávamos na ponte (graças a Deus não era época das câmeras ainda) e o negócio começou a esquentar enquanto ele dirigia.
Conclusão: Abri o fecho da calça dele e comecei a me divertir e o sujeito só revirava os olhinhos e gritava “ai, vou bater, vou bater”!!!!
Claro que ele não bateu e bem que gostou!!!
No meio desse furor uterino, uma vez fomos transar dentro do carro, próximo a uma área militar, mas o meu até então príncipe era meio (muito) cagão e se borrava todo de ser pego com o pau na mão, mas eu não vacilava, dizia pra ele “encosta aqui” e ele, com toda paúra, encostava e acho que no fundo, bem que gostava. Acho que a emoção era maior que o medo!!!!
Por um ano ele foi príncipe (acho que dei direitinho pra ele, pois ficou bastante tempo de príncipe), mas quando resolveu ser sapo foi SAPO MESMO, mas nem vou contar para vocês, afinal, estamos aqui para rir e não para chorar, né?
Já não achava mais ele nem tão feio assim, era uma paixão cega, um tesão alucinante, a qualquer hora, em qualquer lugar.
Certa vez estávamos na ponte (graças a Deus não era época das câmeras ainda) e o negócio começou a esquentar enquanto ele dirigia.
Conclusão: Abri o fecho da calça dele e comecei a me divertir e o sujeito só revirava os olhinhos e gritava “ai, vou bater, vou bater”!!!!
Claro que ele não bateu e bem que gostou!!!
No meio desse furor uterino, uma vez fomos transar dentro do carro, próximo a uma área militar, mas o meu até então príncipe era meio (muito) cagão e se borrava todo de ser pego com o pau na mão, mas eu não vacilava, dizia pra ele “encosta aqui” e ele, com toda paúra, encostava e acho que no fundo, bem que gostava. Acho que a emoção era maior que o medo!!!!
Por um ano ele foi príncipe (acho que dei direitinho pra ele, pois ficou bastante tempo de príncipe), mas quando resolveu ser sapo foi SAPO MESMO, mas nem vou contar para vocês, afinal, estamos aqui para rir e não para chorar, né?
Mas devo confessar que foi o maior sapo da minha vida. Sai de ré satanás!!!!!!
Amanhã falo mais de outros sapos.
Amanhã falo mais de outros sapos.
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