quinta-feira, 30 de abril de 2015

As princesas modernas

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Era uma vez uma donzela que acreditava em príncipes, mas o príncipe dos seus sonhos tinha que ser bom de bolso e bom de cama.
Essa está querendo demais, vocês não acham?
Tudo bem que a donzela em questão era bonitinha e gostosinha, mas daí a querer tudo, está delirando, né?
Achar um bom de cama é difícil,  bom de bolso, mais difícil ainda. As  duas  credenciais juntas é quase impossível!!!
 E ainda quer que o sujeito seja príncipe???? É mais fácil acertar sozinha na sena!!!
Então, ela vai dando para um príncipe errado aqui, para um sapo errado ali e assim  vai vivendo. Até o dia  em que acha que encontrou o príncipe/ sapo certo.
O cara era charmoso, bonitão, educado, gentil, cavalheiro, cheiroso e, principalmente, pagava a conta, Só faltava comprovar se era bom de cama.
Mas pelo amasso do candidato a príncipe, seria quase impossível não ser tudo aquilo e um pouquinho mais.
Ai, minhas amigas, chegou a hora de matar a cobra e mostrar o pau e os dois vão a um motel.
Mas não era um motel qualquer, era um MOTEL.
Chique, daqueles que devem custar os olhos da cara e que ela, logicamente, pagaria com o suor do próprio corpo.
O sujeito era o próprio príncipe: criou toda uma atmosfera de romantismo, aquele clima sensual e beija daqui, beija dali, a donzela em questão foi ficando toda empolgada e delicadamente colocou sua mãozinha onde não devia.
SURPRESA!!!
Os países baixos estavam em baixa!!!
Nessa hora, a candidata a princesa virou abóbora e falou:
_ Vamos embora, motel é lugar para trepar, se não vamos trepar vamos cada um para sua casa.
Quem é o sapo dessa história? Ele ou ela?
É, essas são as princesas modernas.

sábado, 25 de abril de 2015

O quase príncipe...

Esse tinha tudo para ser príncipe...
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Mas lógico, virou SAPO!
Estou sempre alerta, mesmo sem procurar relacionamentos, não estou fechada NUNCA.
Um dia, estou na fila do banco e um cara bonitão me dá uma olhada de tirar o fôlego, mas penso; não deve ser para mim, não estou com essa bola toda” e toco para frente.
Após alguns dias, estou atravessando a rua, quando um carrão para e me dá passagem, agradeço e atravesso.
Sigo meu caminho e quando chego ao final da rua, quem está esperando? O belo do carrão que me deu passagem e que, por coincidência, era o bonitão da fila do banco.
Ele me aborda sorrindo:
_ Oi, posso falar com você?
_ Ué, já não está falando?
_ Eu me chamo Roberto, e você?
_ Lu.
_ Eu queria ter parado o carro para falar com você, mas você foi direto e tive que adivinhar que caminho ia tomar.
_ Você é bom de adivinhação!!
_ Eu te conheço.
_ A mim?
_ Sim, do banco. Te olhei e você nem deu chance de eu me aproximar
_ Ah, achei que você estava olhando para a garotinha novinha que estava na minha frente.
_ Quer uma carona?
_ Não, obrigada, minha mãe me ensinou que não podemos entrar em carro de estranhos.
_ Mas eu não sou estranho, já me apresentei e já te conheço há algumas semanas.
_ Mesmo assim, estou muito pertinho de casa, vou a pé mesmo.
_ Você está pensando que eu sou um homem fácil? Que se você entrar no meu carro eu vou deixar você se aproveitar de mim?
Dei uma bela gargalhada:
_ Eu é que vou me aproveitar de você,? Olha o seu tamanho e o meu!!!!
_ Tá bom, mas se eu prometer que eu não vou deixar você se aproveitar de mim e nem vou me aproveitar de você, você aceita sair comigo logo mais?
_ Se tenho sua palavra, aceito.
Então, saímos naquele final de tarde. Conversamos, demos uns beijinhos, mas não fomos além.
Era sexta feira e ele me convidou para almoçar no domingo a tarde. Disse que não poderia no sábado, pois iria a um casamento.
Macaca velha, perguntei:
_ Você é casado?
_ Não, moro com meu avô de 90 anos.
_ Se você diz, eu acredito.
Saímos no domingo, almoçamos, namoramos, mas nada de sexo, já que eu estava realmente interessada nele e queria conhecê-lo antes de entrar de cabeça.
Ele me convidava para sair sempre a tarde , nunca a noite e eu já tinha visto esse filme, então insisti.
_ Por que você nunca pode sair comigo a noite, você é casado, não?
_ Isso faz diferença?
_ Muita
_ Tem medo de homens casados?
_ Não, para mim, homens casados são mulheres e eu não gosto de mulheres.
_ Tá bom, eu sou casado.
_ Então ficamos por aqui.
_ Não posso ligar para conversarmos? Não podemos ser amigos?
_ Não, eu já tenho muitos amigos, o que eu não tenho é namorado. E a propósito, não dou para os meus amigos.
E assim foi embora um belo candidato a príncipe, mas que eu, escolada, já sabia que seria um grandessíssimo SAPO!!!!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Procurando príncipes na internet

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Aonde se arruma namorado atualmente? 
Nos sites de relacionamentos, claro!!!!
Então, lá fui eu tentar...
Lerda que sou, levo um século para conseguir preencher todo aquele cadastro, após essa via crucis, fui a caça.
Por vergonha, não coloquei foto no site e o primeiro candidato, começou a trocar mensagens, telefonemas e pediu uma foto.
Prontamente, enviei ( afinal, embora não seja a miss Brasil, também não sou um bagulhão, pelo menos, achava que não era,né?).
A partir daí, o ex príncipe, futuro sapo, não fez mais contato.
Então, inconformada, mandei uma mensagem e perguntei se ele tinha recebido a foto.
Ele respondeu que o computador dele teve um problema na tela e não conseguia abrir a foto.
Conclusão: Não nos falamos mais e me senti o coco do cavalo do bandido.
Será que sou esse tribufu todo e não me dei conta??? Juro que mandei a melhor foto que tinha!!!
Mas, como sou brasileira e não desisto nunca, continuei persistindo na internet.
O segundo pretendente não teve problemas no computador e me convidou para sair. Saímos duas vezes antes de eu dar e na terceira vez, fui a casa dele.
De cara, no varal, tinha um baby dool rosa. Cabreira, perguntei:
_ Você é casado?
_ Não
_ Você usa esse baby dool ?
_ Não, é da minha faxineira
_ Ah, tá.
Fingi que engoli e continuamos a conversar sobre outros assuntos.
Aí o negócio foi esquentando, amassa daqui, amassa dali, até chegarmos aos finalmentes.
Mas o sapo em questão era tão egocêntrico, que ele não precisava de ninguém para fazer sexo com ele, ele deveria se comer sozinho.
Fiz de conta que estava tudo bem, ele me deixou em casa, mas nem ele ligou nem eu telefonei!!!

Insistente que sou, tentei a internet mais uma vez e aí, me encantei .
Era o príncipe que tinha ressuscitado por milagre. O sujeito era encantador, estava na Colômbia, mas estávamos encantados um pelo outro.
Quando ele finalmente voltou, marcamos um encontro.
Comprei um vestido novo, me produzi toda e esperei o meu candidato a príncipe.
Saímos para jantar.
Foi uma noite mágica, mas não houve sexo, só encantamento.
No final da noite, ele queria me deixar no ponto do ônibus, alegando que eu morava muito longe.
Fiquei uma fera e disse que onde ele me pegou, teria que me deixar, em casa.
A contra gosto, ele me deixou em casa.
Foi o fim do encantamento e do encontro.
Persistente, ainda tentei mais uma vez a internet.
Dessa vez, foi um cavalheiro, muito charmoso, gentil, que me buscou em casa e me levou a um belo restaurante onde jantamos e ficamos conversando.
Ele perguntava da minha vida e eu, tolinha, falava a verdade, contava dos filhos, que estavam fazendo faculdade, não trabalhavam, faziam cursos, e coisas desse tipo.
Após o jantar, ele disse que eu era muito bonita, agradável, mas que ainda não estava preparada para um relacionamento, pois estava muito envolvida com os filhos. Que dali a uns cinco anos estaria pronta para um relacionando.
Só não mandei ele se foder , porque sou muito educada!!!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Para as Noeles da vida

É um conto de ficção que pode servir para qualquer uma de nós...
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A FASE PEGADORA
Juntando seus caquinhos, Noele foi se reerguendo e tocando a vida, teve seus altos e baixos, mas começou a desenvolver algo que até então não conhecia: a auto estima.
Passou encarar a vida de uma maneira mais leve, tentando não fantasiar tanto (mas secretamente ainda esperando que seu príncipe encantado aparecesse e a fizesse feliz para sempre).
E nesse momento de sua vida conheceu Arthur, que ela olhou como “meio príncipe”.
Conheceu-o em um bar. Ele estava tomando coca cola, e isso foi um fato que logo chamou sua atenção, já que devido ao histórico de alcoolismo de seu pai, tinha pavor de homens que bebessem.
Ele a convidou para dançar.
Dançaram e conversaram a noite inteira e ele se ofereceu para acompanha-la em casa.
Como ela estava em seu próprio carro, ele foi seguindo-a até a porta de casa. Marcaram um encontro para o dia seguinte.
Saíram, conversaram muito sobre as respectivas vidas e ele contou que estava separado ( Noele respirou aliviada), pois tinha um comércio que estava falindo e junto com o comércio o casamento também tinha falido.
Por três meses Noele foi mantendo essa relação, mesmo sem estar envolvida emocionalmente, afinal, ele era uma boa companhia.
Até o momento em que ele foi se tornando sapo e começou a querer misturar relação afetiva com relação financeira, com tiradas do tipo:
_estou endividado, preciso pagar uma conta e não tenho dinheiro.
_ você pode me emprestar algum dinheiro ?
_ posso usar o seu carro hoje? ( lógico que sem colocar o combustível)
Já que acreditava em príncipes encantados, Noele acreditava também que príncipes pagavam as contas e as princesas vão ao toilete quando o garçom traz a conta.
Mulheres trabalharam para os seus “alfinetes” e assim, saiu de fininho dessa relação , pois viu que esse tipo de sapo é pior que sapo que trai e sapo casado, é o SAPO EXPLORADOR.
A partir daí, Noele resolveu que ia ser a franco atiradora. Ou seja, ia sair, mirar num sujeito, assoprar a arma e mandar ver. Ia ser a pegadora.
Essa foi a fase divertida, inconsequente e irreverente de Noele.
Certa noite, estava com uma amiga em um bar e viu um cara super charmoso em outra mesa. O cara nem olhou para ela, mas Noele disse para amiga:
_ Vou comer aquele sujeito.
_ Como? Ele nem te olhou
_ Vou chamá-lo para dançar.
_ você não vai ter coragem de fazer isso.
_ Vamos ver!!
Noele chamou o garçom e pediu que ele dissesse ao rapaz que ela queria dançar com ele.
Quando o garçom falou com ele, ele se virou, a olhou, deu um sorriso encantador e a chamou para dançar.
Noele saiu com ele por dois meses, mas totalmente sem compromisso, sem criar vínculos nem expectativas.
Ainda na fase pegadora, Noele saiu com vários homens, sem esperar que nenhum deles se transformasse em príncipe, pois já sabia que todos eram fortes candidatos a sapos.
Numa noitada dessas da vida, Noele conheceu um cara e saiu direto com ele para um motel, estavam lá no rala e rola quando ele sussurrou:
_ Eu tenho um probleminha...
Noele pensou:
_ Ai meu São Benedito, o que vem por aí? Ereção eu já sei que não é.
Então, gentilmente perguntou:
_ Qual?
_ tenho ejaculação precoce
Quem brochou foi Noele!!!!
Depois do fato consumado, nem o número do telefone Noele deu para ele!!!

Em outra situação pegadora de Noele, ela conheceu um bombeiro, todo saradão, bom de cama e começou a sair com ele, mas sem achar que ele fosse príncipe.
Um belo dia, ele liga para ela e conversa vai, conversa vem, começa a se lamentar de como era difícil criar duas filhas sozinho, que tudo era muito caro e coisas desse tipo.
Noele, que a essa altura da vida já estava escolada respondeu:
_ È, eu sei bem do que você está falando, também passo por isso, crio dois filhos sozinha.
E nunca mais atendeu aos telefonemas dele!!!

Mas Noele ainda está na fase pegadora e conhece um senhor muito educado, gentil, cheiroso, culto, inteligente, cavalheiro.
Mas ele é tímido, e, embora dê uma certa olhada, nunca chega junto.
Então, Noele, a PEGADORA, ataca.
Nossa, o cara era uma coisa na cama.
Noele nunca tinha visto nada igual.
Já ouviram falar em sexo tântrico? Pois é, era isso que ele fazia.
Noele pensou: A pegadora vai sair de cena, finalmente encontrou seu príncipe.
Pobre Noele!!!
Uma amiga da Noele que conhecia o príncipe em questão, disse que ele era meio doido, meio depressivo:
_ vou te dizer o que o caçador disse para a chapeuzinho vermelho, fuuuuuuuuuja, Noele.
Mas ela não acreditou e pagou para ver.
Achou que um cara com tantas qualidades, poderia ter só um “pouquinho” de doideira coisa que ela já estava acostumada, afinal, seu coração mais parecia um manicômio, tamanha a quantidade de doidos que entravam nele.
E Noele resolveu encarar.
Mas era mais doideira do que ela podia aguentar!!! 
  •  Para transar, ela tinha que ficar pelada e de salto alto,
  •  Tinha crises depressivas e chorava das lágrimas rolarem (antes, durante e depois da transa)
  •  Levava bananas para o motel ( já viram isso???)
  •  Queria entrar pela porta dos fundos ( se é que vocês me entendem) 
Aí Nicole pensou: “Doideira tem limites, né?”.

QUESTIONAMENTOS:
  •  Será que temos que misturar relações afetivas com financeiras?
  •  Não somos capazes de distinguir quando um homem está interessado em nossa conta bancária e não em nós?
  •  Será que nossa auto- estima é tão baixa que precisamos pagar para ter afeto?
  • O que mais tem atualmente são homens querendo se dar bem financeiramente em cima das mulheres, precisamos de um homem desses?
  •  Não é melhor ficar sozinha do que ter alguém ao seu lado que você sabe só querer tirar proveito de você?
  •  Ter um príncipe encantado é muito bom, mas a fase pegadora, faz muito bem ao ego. 
  •  Acredito que todas as Noeles deveriam passar pela fase pegadora em algum momento da vida.
  •  Uma iniciativa atrevida da mulher ainda assusta os homens, mas desde que você não esteja esperando que eles se transformem em príncipes, eles ficam bastante atraídos.
  •  Por que nos recusamos a ouvir o conselho de alguém quando estamos interessadas em um homem?
  •  Quando uma amiga te disser fuuuuuuuja, fuja mesmo!!!!
  •  Quando uma mulher toma a iniciativa, tem que estar preparada para um SIM ou para um NÃO.

domingo, 19 de abril de 2015

Acreditando em príncipes encantados

Hoje estou meio filosófica e, como acredito que quase 100% ( senão todos os 100%) dos meus leitores seja do sexo feminino, resolvi postar um misto de ficção e realidade de vivências e questionamentos sobre a NOSSA postura em relação aos príncipes e sapos.
Boa leitura e boas reflexões meninas.
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Noele era a terceira filha de uma mãe sofrida e de um pai alcóolatra, que espancava tanto os filhos quanto a esposa.
Talvez por ser a terceira filha (a famosa filha sanduíche, a do meio), se sentia sempre preterida e rejeitada.
Pelo fato do seu pai fugir ao protótipo do pai normal, cresceu sempre com a carência de uma figura masculina e se sentindo rejeitada, na verdade até provocando e aceitando essas situações.
Noele sempre se refugiava em seu mundo de fantasias, onde tudo era perfeito, o pai, a mãe, os irmãos e finalmente, o príncipe encantado.
Em seus devaneios, encontraria o tal príncipe que a tiraria daquela vida, a levaria para o seu palácio (que deveria ser uma casa de dois andares com piscina), que não beberia, teriam filhos e viveriam felizes para sempre.
Esses eram os planos traçados por ela, mas nem sempre a realidade sai de acordo com nossos planos.
Em meio a uma vida da qual queria fugir, Noele foi se refugiando nos romances e sonhando com seu príncipe e sua vida perfeita.
E assim, Noele cresceu, mas embora não fosse feia, não era uma garota que fizesse muito sucesso com os garotos e nem arrebatasse corações.
Na adolescência se apaixonou por um vizinho, dois anos mais velho que ela, mas ele nunca a notou.
Essa foi a primeira das muitas decepções amorosas de Noele.
Sua segunda paixão platônica, a ridicularizava por ter pernas muito grossas, dizia que pareciam troncos de árvores.
Sua auto estima sempre foi baixa. Todas as amigas do colégio tinham namorados e fãs no colégio, menos ela.
Noele era rebelde e parecia estar sempre mendigando amor.
Até que aos quinze anos, Noele conseguiu finalmente arranjar seu primeiro namorado.
Toda contente, “se sentindo” o levou em casa (afinal, isso era sinal de status), mas na primeira vez em que o rapaz foi à padaria, um vizinho engraçadinho contou toda a história “bonita” do pai de Noele.
Isso foi o suficiente para que ela se sentisse humilhada e se afastasse, se sentindo envergonhada.
O tempo passou e, finalmente, Noele, ainda virgem ( por falta de oportunidade) encontrou o seu príncipe encantado.
E foram felizes para sempre...
Não, aqui é que a história começa.
Seu príncipe se chamava Eduardo, e no início do namoro, era realmente um príncipe.
Fazia todas as suas vontades, aturava todas as suas imaturidades, mas como costumo dizer, os homens são príncipes até nos comerem, depois viram sapos.
Há vários tipos de sapos, e Eduardo era o tipo de sapo/ príncipe/ marido: chato, mal humorado, ranzinza, companheiro, com objetivos comuns, trabalhador, caseiro e amoroso.
Até que depois de sete anos de casado, com dois filhos pequenos, botou um belo par de chifres em Noele.
Aí perdeu todo status de sapo/príncipe/ marido e ficou só com o de SAPO.
Isso doeu em Noele como se ele tivesse cravado uma faca em seu peito, mas ela ainda queria acreditar em conto de fadas, afinal, ele não bebia, não batia nela, ela tinha seu “castelo” e achou que podia passar por cima desse “ pequeno tropeço” do príncipe /sapo encantado.
Pobre ingênua Noele! Achou que conseguiria voltar no tempo e retomar do ponto antes do “pequeno incidente”.
Acabou a admiração, acabou o amor, acabou o respeito, mas continuou o casamento por mais nove anos. Até que Eduardo morreu.
Então, de princesa, Noele passou a sentir a bruxa malvada, que não soube perdoar, pois na verdade, nunca o perdoou.
Ou quem sabe, nunca tenha perdoado o desmoronar do seu castelo, saber que Eduardo não era um príncipe e sim, um homem comum, com defeitos e qualidades.
Noele entrou em depressão por dois anos, onde se punia de todas as maneiras possíveis, colocando Eduardo em um pedestal e a ela, no purgatório.
Em sua cabeça desnorteada, Noele viveria somente para criar seus filhos, não tendo o direito de ser feliz, já que tinha tantos pecados a expurgar.
Mas o tempo é sábio e fez com que Noele conhecesse Fábio, um outro príncipe, que repetia as mesmas atitudes encantadoras de Eduardo.
Na sua cabeça enlouquecida de dor e de remorsos, achava que podia consertar todos os erros cometidos com Eduardo, não os cometendo com Fábio.
Mas Fábio era um SAPO com letras MAIÚSCULAS (conhece lobo em pele de cordeiro? Esse era o Fábio).
No início Noele não queria nada com ele, afinal, precisava se punir. Mas de mansinho, ele a cativava.
Era gentil, amigo, prestativo, afetuoso e ela acabou caindo na conversa do até então, príncipe.
Noele caiu naquela velha história do “estou me separando, meu casamento não dá mais certo”, e todas as baboseiras que os sapos dizem quando querem levar uma mulher para cama.
Nesse chove não molha se passaram dois anos, até que a ficha caiu e Noele o encostou na parede. Então, ele como belo SAPO que era respondeu:
_ Mas você sabia que eu era casado. Não tem o direito de me cobrar nada.
Depois de muito chorar, sofrer, se humilhar, finalmente Noele cresceu e começou a ver o mundo com as cores reais e não mais todo em cor de rosa como ela tinha pintado.

QUESTIONAMENTOS :
  •  Noele procurava em um homem o que queria ter tido em um pai?
  •  Por que Noele se sujeitava a situações as quais se sentia humilhada?
  •  Por que, se queria ser princesa, levou dois anos como amante?
  •  Se não foi capaz de perdoar Eduardo, por que manteve o casamento?
  •  Por que se sentiu tão culpada pela morte do Eduardo se não contribuiu em nada para que ela acontecesse?
  •  Até onde nós, as Noeles da vida, permitimos que os príncipes se transformem em sapos?
  •  Ou será que nós ESCOLHEMOS sapos fantasiados de príncipes?
  •  O quanto nossa baixa auto estima nos atrai para os sapos?
  •  O quanto nós, Noeles, fingimos não perceber os sinais que os príncipes/ sapos nos dão?
  •  Por que só entendemos os sinais da maneira que queremos?
  •  Por que achamos que podemos consertar um erro repetindo o MESMO erro?
  •  Por que jogamos a nossa felicidade em cima do outro?
  •  Não somos capazes de sermos felizes sem alguém?
  •  Será que estar com alguém vale qualquer preço?
  •  Por que idealizamos o outro sem vê- lo como realmente é?
Não tenho respostas para essas questões, mas o propósito aqui não é dar respostas nem soluções mágicas, mas sim fazer com que pensemos até onde somos responsáveis pelas situações em que nos deixamos envolver.
É procurar mecanismos para não nos envolvermos em tais situações.
Costumo dizer que as pessoas só fazem conosco aquilo que permitimos.
O que você permite que façam com você?
Somos várias Noeles, em várias situações, diferentes ou semelhantes, mas que podemos repetir sempre os mesmos erros ou aprender com eles e modificar nosso modo de encarar as relações, nos fazendo respeitar.
Mas podemos também, insistir sempre nos mesmos erros e continuar reproduzindo-os por toda vida.
Nós somos responsáveis pelas nossas atitudes e as consequências que resultam delas.
Por favor, não esqueçam de divulgar meu "Diário de Paris 1: Europa sem Censura ou Como se alimentar na Europa sem Gastar nenhum tostão e ainda se sentir Poderosa ( Amazon e Saraiva), estou lá embaixo na colocação. Conto com vocês. Obrigada. Beijos.

sábado, 11 de abril de 2015

O sapo italiano


 Estava eu em Roma passeando a pé como uma típica turista sem grana. Quando de repente, um carrão conversível (agora sei que se chama corvette), com um coroa MARAVILHOSO com um par de olhos azuis DIVINOS buzina para mim.
Olho cabreira para os lados e acho que tem alguma garotinha novinha do meu lado para quem ele está buzinando, mas que nada, não tem ninguém, é para mim mesma.
Mas como meu santo marido dizia, mulher séria não tem ouvidos e continuei meu caminho.
Daqui a pouco, sinto baterem no meu ombro: é o príncipe, alto, com uma vasta cabeleira grisalha, olhos azuis e um carrão.
Começamos a conversar, entre mímicas e um italiano muito fajuto da minha parte e ele me diz que seu coração bateu mais forte quando me viu.
Ele me diz: - "io solo, non donna, non bambino”.
Penso com meus botões acertei na loteria. Até porque, italianos têm fama de calientes.
Ele me convida para sair, mas digo que estou muito cansada e suada (andei a pé o dia todo), ele então se oferece para me levar até o hotel para que eu me arrume e depois saiamos. Aceitei.
Ele fica me esperando lá embaixo enquanto subo e me arrumo. Desço em meia hora toda poderosa.
Ele diz que vai me levar a casa dele, pois vai fazer um “macarrone” para mim.
Não me deixa nem abrir a porta do carro, diz que sou uma princesa e princesas não fazem nada (me belisquem, estou sonhando).
Chegando a casa dele (um belíssimo apartamento) ele faz tudo e não me deixa fazer nada, afinal sou uma princesa e ele, claro, é o príncipe.
Conversa vai, conversa vem, o negócio esquenta e aí já viu, né?
Viu nada, é aí que o príncipe vira sapo!!! O bicho não subia de jeito nenhum. E o cara insistia. Era uma tortura. Eu já não aguentava mais aquela agonia.
Ele queria que eu dormisse lá.
Imagina se euzinha ia ficar naquela agonia a noite inteira? Inventei uma desculpa e ele me levou de volta ao hotel.
A volta foi constrangedora, ambos sem assunto. Na hora em que chegamos, dei um beijo no rosto dele e disse tchau, ele então falou que passaria no dia seguinte às 19:30 pra me buscar, disse tudo bem - afinal, não queria ser grosseira com quem foi tão gentil comigo.
Mas no dia seguinte você apareceu? Nem ele!! Além de sapo, é brocha e sem palavra!!!!!!!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O sapo saradão

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Eu frequentava uma academia e um cara do tipo TUDO DE BOM ( conhecem?), corpo escultural, rosto bonito, alto, olhos azuis, educado, cavalheiro e gentil, começou a me paquerar.
Sabe aquela de quando a esmola é demais o santo desconfia? Pois é...
Fiquei meio cabreira. Afinal, não estou com essa bola toda.
Mas o príncipe tanto insistiu que inflou meu ego e aceitei sair com ele.
Fomos jantar ( ele pagou a conta, claro), conversamos bastante, ao final da noite me deixou em casa como um perfeito cavalheiro ( não é um príncipe??)
É lógico que não dei, até sou PORCA, mas não sou VADIA ( esqueceram que não pode dar no primeiro dia?)
Saímos uma segunda vez e o príncipe me levou para dançar. Dançamos a noite toda.
No final da noite o príncipe me deixou em casa ( é ou não é o príncipe encantado???)
Na terceira saída, já estava na hora de dar, né?
Ah, pra quê????
Primeiro o príncipe brochava cada vez que botava a camisinha, depois, quando finalmente o bicho conseguiu ficar de pé encapado, o príncipe virou um sapo agressivo ( tipo sexo selvagem, conhecem?).
Fiquei assustada com aquilo.
Fiquei cheia de hematomas devido a sua brutalidade ( ué? cadê o príncipe gentil???)
Esse tinha tudo para ser príncipe, mas eu não tenho mais idade nem disposição para sexo selvagem!!!!
Então, esse entra na classificação SAPO SELVAGEM!!!
Há quem goste, mas eu, TÔ FORA!!!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Meu amigo gay

Meus queridos leitores, eu sei que a coisa está feia para todo mundo, mas vocês não estão divulgando meu diário de Paris 1: Europa sem censura ou Como se alimentar na Europa sem gastar nenhum tostão e ainda se sentir poderosa ( amazon e saraiva)?

Eu estava tão metida, me sentindo a Sophie Kinsella brasileira ( conhecem? É uma escritora londrina que tem uns livros engraçadérrimos, tipo o segredo de Ema Carrigan- quem nunca leu, vale a pena ler) e quando vejo, caí para o sexto lugar. P.. Q...P.., meu ego foi lá para baixo e meus euros também!!!!
Mas vamos ao assunto de hoje.
Vocês acham que só as mulheres acreditam e esperam pelos príncipes encantados ? Tolinhas!!!
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Tenho um amigo gay, mas não é do tipo " bicha louca", é um cara culto, bonito, agradável, ótima companhia, bom caráter e super divertido.
Dia desses estávamos conversando e ele se lamentava das sacanagens que os homens fazem com ele:
Traições
Boa noite cinderela
Humilhações
Explorações
Golpes
Ou seja, nada que não façam com as mulheres também.
Eu tentava consolá-lo de todas as formas, dizendo que um dia ele encontraria um cara bacana que ira gostar dele de verdade, que iria merecê-lo e dar valor a ele.
Então ele me perguntou:
_você acha mesmo?
E, sem pensar, deixei escapar:
_não, não acho, quem mandou você gostar de homem, se gostasse de mulher, provavelmente isso não iria acontecer!!!
Ô franqueza FDP!!!
Em contrapartida, tenho um casal de amigas lésbicas que têm uma relação invejável, de muita cumplicidade, companheirismo e amor. Ou seja, tudo aquilo que procuramos em um príncipe.
Diante disso, só posso concluir que o problema está no cromossomo y!!!!

domingo, 5 de abril de 2015

O sapo promotor

Estava eu num Shopping e um cara muito bem arrumado, com um belo terno e um belo relógio no pulso, me aborda e diz que eu sou muito bonita.
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Agradeço, mas digo que estou com pressa, pois estou indo a Polícia Federal tirar meu passaporte. Ele pergunta se pode me acompanhar, para conversarmos um pouco. Eu digo que tudo bem.
O cara fala muito bem, diz que é promotor em Cabo Frio e que a mãe dele mora em Niterói. De repente o telefone dele toca (um telefone de última geração) e ele fala alguma coisa pra não falarem pra mãe dele que ela vai ficar nervosa, que ele vai dar um jeito (e eu quieta, fingindo que não estou ouvindo).
Quando termina a ligação ele me pede desculpas, diz que está muito nervoso, mas que foi assaltado e levaram o AUDI dele. Então pergunto: e esse relógio e o celular, não levaram?
Ele diz que só levaram o carro e a carteira, que ele desceu rápido com medo que achassem a carteira dele de promotor.
Pergunto:
_Você não foi a polícia?
Ele:
 - Fui, já dei queixa, o delegado é meu amigo.
Eu:
 - Que sorte a sua.
Ele: 
- É, mas fiquei sem nenhum tostão, não tenho nem como voltar para Cabo Frio.
(OLHA O GOLPE AÍ!!!!!)
Eu: 
- Por que não pegou dinheiro com o delegado, seu amigo?
Ele: 
- Ele disse que tinha que passar no banco.
Eu:
 - E sua mãe?
Ele:
 - Ela está viajando.
Eu: 
- Poxa, que azar o seu.
Ele: 
- Será que você pode me emprestar R$ 100,00? Eu fico com o nº da sua conta e deposito.
Eu: 
- Poxa, eu gostaria tanto de poder te ajudar, mas estou precisando de quem me empreste R$50,00.
Vocês acreditam que a cara do príncipe - sapo fechou rapidinho e ele nem esperou chegar a minha vez e disse que tinha que ir (acho que foi tentar outra vítima)
Semanas depois estou eu no mercado e quem eu vejo? O sapo!!!
Acho que ele não me reconheceu e veio me abordar novamente.
Então eu, com essa cara de pau que Deus me deu, antes que ele falasse qualquer coisa, perguntei:
_Você foi assaltado de novo???? Você é muito azarado!!!
O sapo VAZOU!!!!
Esse é da categoria sapo vigarista ( aqui no Rio conhecido como 171). Fiquem espertas, meninas!!!

sábado, 4 de abril de 2015

As porcas e vadias





Gente, primeiramente quero agradecer a todos vocês que compraram o meu diário, fiquei muito orgulhosa e toda metida quando vi na listagem da amazon que estava em 2º lugar dos mais vendidos. Agradeço imensamente a todos que compraram meu diário. Espero que tenham dado boas gargalhadas.
Mas, como minha cara de pau é grande, vou pedir para quem leu e gostou divulgar o diário e o blog, face, twiter, boca a boca, etc.
Quem não gostou, não elogia, mas por favor, não fala mal, combinado?
Vamos a história de hoje...
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Uma vez estava conversando com meu filho sobre o que era “ficar”, se era só dar uns beijinhos ou ir direto aos finalmentes e ele me respondeu:
Depende, mãe,tem umas vadias que dão no primeiro dia.
Me recolhi a minha insignificância e fiquei quietinha.
ABAFA O CASO!!!
Passado o choque, me indignei e perguntei se ele também não era um vadio, já que ele também dava no primeiro dia, afinal elas não dão sozinhas, né?
Ele teve a cara de pau de me responder: Ah, mãe, homem é diferente. ( é um baita sapo, né?)
Contei para minhas amigas e cheguei a conclusão que eu só tinha amigas vadias.
Elas,por sua vez, ficaram revoltadas e me acusaram de ter criado um "monstrinho".
Algum tempo depois, estou eu na sala dos professores e entra um professor indignado porque uma aluna perguntou para ele o que era sexo oral e ele respondeu:
É UMA COISA QUE SÓ AS MULHERES PORCAS FAZEM!!!!
Novamente me recolhi a minha insignificância e fiquei pensando:
Não basta eu ser VADIA tenho que ser PORCA também???
Novamente confabulando com minhas amigas, chegamos a triste conclusão que somos PORCAS e VADIAS.
Será que é por isso que só encontramos sapos????
Tá difícil ser princesa. Então, como vamos encontrar príncipes????
Princesas não dão no primeiro dia?
Princesas não fazem sexo oral?
Ai, como é difícil ser princesa nesse reino de sapos!!!!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

O príncipe francês

Essa é pra vocês não procurarem príncipes na internet.
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Depois que vim de Paris (onde fiz o maior sucesso) vim decidida que não daria mais para brasileiro, afinal os franceses são o máximo da educação e gentileza e cismei que iria arranjar um namorado francês.
Entrei num site de relacionamentos e só fazia contato com franceses. Por fim, apareceu um lindo, que dizia ser viúvo, ter 52 anos e 2 filhos.
Conversávamos todos os dias, em francês, via Skype. Era realmente o príncipe dos meus sonhos, até peito cabeludo tinha.
Eu já estava encantada por ele e, interesseira que sou, já pensando que todo ano iria para Paris com casa e comida de graça (tolinha!!!).
Um belo dia, ele deixa um recado perguntando a que horas eu ia entrar que ele precisava muito falar comigo.
Minhas anteninhas ficaram de pé!!! (só sou velha, não sou boba!!!).
Quando entrei, ele me contou uma historinha muito triste, que o pai estava em coma, no Marrocos, ele estava lá, sem dinheiro para pagar o hotel, sem ter comido nada o dia todo (como assim ??? Ele não tinha até casa no lago de Genebra??) Me fiz de idiota e perguntei:
- De quanto você precisa?
Ele:
- 2.480 euros.
Eu: 
- Só isso? (mal sabe ele que não ganho isso nem em 2 meses de trabalho)
Ele: 
- Por enquanto, é suficiente.
Ele:
 - Me dá seu endereço que vou ver um banco próximo da sua casa para você poder fazer a transferência.
Eu:
- Não precisa, tem um aqui ao lado da minha casa
Ele:
 - Então anota os meus dados.
Me deu endereço, telefone, CPF e nome completo.
Falei pra ele esperar uma hora que iria ao banco fazer a transferência e retornaria.
Deixei o sapo uma hora esperando, depois entrei e perguntei se o dinheiro já tinha entrado, ele disse que não e eu respondi que não entrou porque pra passar a perna em brasileira tem que fazer doutorado no Brasil.
Imagina só!!! Nem se ele tivesse me comido (e eu tivesse uma grana dessa) ia arrancar esse dinheiro de mim!!!
Esse é o sapo europeu!!!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

O príncipe

Eu podia estar roubando ou me prostituindo ( embora já esteja um pouco gasta), mas estou aqui, interrompendo o sossego da leitura de vocês para divulgar meu "Diário de Paris 1: Europa sem censura ou Como se alimentar na Europa sem gastar um tostão e ainda se sentir poderosa" ( amazon e saraiva).
Por favor, façam essa "caridade" e adquiram o diário, só custa R$7,00. Garanto que vocês vão rir muito e eu mais ainda, pois estou indo para a Europa em Julho e até agora só consegui juntar 240 euros, vocês não têm dó de mim? Poxa vida!!!!
Agora vamos a história do sapo de hoje...
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Esse era o verdadeiro príncipe, o homem mais cheiroso, mais educado, mais gentil, mais cavalheiro, mais culto, mais inteligente e bom de cama que já conheci.
Mas descobri que era o mais doido também.
Confesso que fui eu quem deu em cima dele.
Uma amiga minha já tinha dito que ele era meio doido, meio depressivo, e me disse o seguinte: “vou te dizer o que o caçador disse para a chapeuzinho vermelho, fuuuuuuuuuja”.
Mas eu, teimosa que sou, não acreditei e paguei para ver.
Achei que um cara com tantas qualidades,poderia ter só um “pouquinho” de doideira, coisa que já estou acostumada, afinal, meu coração é um manicômio, nele só entram doidos ( talvez porque eu também seja um pouco doida). Então, encarei.
Voilà!!! Mas era mais doideira do que eu podia aguentar!!!
Só queria me comer de salto alto,
Chorava das lágrimas rolarem ( antes, durante e depois da transa)
Levava bananas para o motel,
Queria brincar na porta dos fundos...
Peraí: “Doideira tem limites, né?”.
Mais um sapo, né?
Mas pelo menos, foi uma ótima cama!!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O lorde

Essa vocês não vão acreditar, mas juro que é verdade.
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Ao meu lado morava um senhor muito distinto, um cavalheiro, muito educado, gentil, bonito, um verdadeiro príncipe. Era um verdadeiro lorde.
Uma vez meu filho foi a garagem e lá estava o lorde deitado no chão, “mamado”.
Meu filho subiu, me contou e resolvemos trazê-lo para nossa casa, já que sua esposa não estava em casa.
Meu filho deu um banho nele, colocou roupas limpas e o colocamos para dormir no quarto da minha filha. Fomos todos dormir.
No meio da madrugada, acordo com o lorde em questão, totalmente nu, me sacudindo pelas pernas e chamando “nega”, tomei um susto, pulei da cama e falei : "seu fulano, pelo amor de Deus" ( até parece que nunca tinha visto um pinto!!! Mas numa situação dessa, realmente, nunca tinha visto) e corri para o quarto do meu filho. O acordei, pedi que ele fosse colocar uma roupa no lorde e retirá-lo do meu quarto, enquanto eu ficava no quarto do meu filho.
Coitado, acho que o lorde ainda estava sob o efeito da bebida e se confundiu. Só sei que depois disso, ele me evitou todo o tempo, nem pegava o mesmo elevador que eu.
Dias depois, a esposa dele veio entregar a roupa do meu filho e perguntou porque o marido tinha vestido a roupa dele. Eu, tentando não criar problemas,contei a história, omitindo a parte do "nega" peladão.
Para minha surpresa ela me perguntou: " Você viu o "piru" dele? Tomei um susto e imediatamente disse que não.
Ela então me explicou que sempre que ele bebia tirava a roupa e ficava andando pelado.
Esse virou sapo sem eu nem ter dado!!!!!